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debaixo do fundo de um poçobajo el fondo de un pozo
onde já não tens ardonde ya no tienes aire
há uma aldeia de lareiras acesashay un pueblo con fogatas encendidas
e um cãoy un perro
ali os montes são esculpidos pelo vento frioallí los montes son esculpidos por el viento frío
e os aldeões dizem sempre nãoy los aldeanos siempre dicen no
em dias de solen días de sol
eles juntam-se à tardese reúnen por la tarde
e tiram sons de guitarrasy sacan sonidos de guitarras
que não sabem tocarque no saben tocar
pintam nuvens, fazem planospintan nubes, hacen planes
para que debaixo do chãopara que bajo el suelo
onde já não tens ardonde ya no tienes aire
as fogueiras continuem a arder ao luarlas fogatas sigan ardiendo a la luz de la luna
e as caras de frio se transformem em pedray los rostros fríos se conviertan en piedra